Pessoal, posso ter esquecido de mais alguém. Mas é muito fácil saber se você terá ou não que fazer a redação, é só contar quantas vezes comentou no blog. Se não comentou ou comentou só uma, é partir para fazer a dissertação.
No mais, aviso que sou eu quem irá corrigir a prova de vocês. Talvez eu tenha mais carinho com as provas de quem comentou bastante no blog... #fikdik
Portanto, comentem loucamente hoje quem ainda não o fez.
Um abraço a todos!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Relação dos alunos que precisarão fazer a dissertação
Olá meu povo,
Estamos chegando ao final das nossas atividades dessa IV unidade, e algumas pessoas, como eu já falei muitas vezes, terão que fazer a dissertação sobre um dos temas que pedi para vocês copiarem em sala de aula. Esse trabalho valerá 1 ponto, complementando a nota da unidade (1 do blog, 4 da prova, 4 do Jeccca e 1 da redação). Eu falei também que eu daria o ponto da redação pra quem comentasse muito no blog, e que quem não o fizesse precisaria fazer o trabalho.
Eu estou bem bonzinho, sabe? então eu vou considerar quem fez pelo menos 2 comentários para ficar livre do trabalho. Portanto, QUEM NÃO COMENTOU NENHUMA, OU SÓ UMA VEZ NO BLOG, TERÁ QUE FAZER A REDAÇÃO!
Eu estou sem a caderneta com os nomes de todo mundo, mas vou tentar colocar a relação dos alunos que deverão fazer o trabalho aqui de cabeça:
- JORDAN, LUÍS EDUARDO, WILLIAM, DÉBORAH, WANDER, NATHAN, NANDERSON, JÉSSICA, MÔNICA, CLAYTON E MIKAEL.
POR FAVOR, QUEM PUDER AVISA AOS COLEGAS!
E quem não olhar ou não fizer não há desculpas, porque tem muito tempo que eu falei desse trabalho e avisei quem deveria ou não fazer.
No mais, um abraço a todos e vos desejo muito bom desempenho na prova de terça!
Estudem!
ps: link para quem quiser baixar o maravilhoso filme "Uma Noite em 67": http://www.4shared.com/file/DL3zTTns/Uma_noite_em_67.htm
Estamos chegando ao final das nossas atividades dessa IV unidade, e algumas pessoas, como eu já falei muitas vezes, terão que fazer a dissertação sobre um dos temas que pedi para vocês copiarem em sala de aula. Esse trabalho valerá 1 ponto, complementando a nota da unidade (1 do blog, 4 da prova, 4 do Jeccca e 1 da redação). Eu falei também que eu daria o ponto da redação pra quem comentasse muito no blog, e que quem não o fizesse precisaria fazer o trabalho.
Eu estou bem bonzinho, sabe? então eu vou considerar quem fez pelo menos 2 comentários para ficar livre do trabalho. Portanto, QUEM NÃO COMENTOU NENHUMA, OU SÓ UMA VEZ NO BLOG, TERÁ QUE FAZER A REDAÇÃO!
Eu estou sem a caderneta com os nomes de todo mundo, mas vou tentar colocar a relação dos alunos que deverão fazer o trabalho aqui de cabeça:
- JORDAN, LUÍS EDUARDO, WILLIAM, DÉBORAH, WANDER, NATHAN, NANDERSON, JÉSSICA, MÔNICA, CLAYTON E MIKAEL.
POR FAVOR, QUEM PUDER AVISA AOS COLEGAS!
E quem não olhar ou não fizer não há desculpas, porque tem muito tempo que eu falei desse trabalho e avisei quem deveria ou não fazer.
No mais, um abraço a todos e vos desejo muito bom desempenho na prova de terça!
Estudem!
ps: link para quem quiser baixar o maravilhoso filme "Uma Noite em 67": http://www.4shared.com/file/DL3zTTns/Uma_noite_em_67.htm
terça-feira, 1 de novembro de 2011
A música na Ditadura - Iê iê iê (Jovem Guarda), Canções de Protesto e Tropicalismo
Olá meu povo!
Como falei na última aula, a cultura vem, nos últimos anos, adquirindo um crescente grau de importância na História do Brasil, onde se insere a Ditadura Civil-Militar entre 1964 e 1985. A música é, com certeza, um grande exemplo disso. Os estilos musicais que eu escolhi para falar na aula (e não são os únicos) foram o iê-iê-iê, representado pela Jovem Guarda, de Roberto Carlos, dentre outros, as Canções de Protesto, cujo representante mais celebrado atualmente é Chico Buarque, e a Tropicália, movimento artístico-musical de vanguarda, pensado por Gilberto Gil e Caetano Veloso.
O III Festival de Música Popular Brasileira, da Rede Record, acontecido em 1967, acabou se mostrando um exemplo desse quadro, onde pode-se ver representantes dessas três tendências. Mas antes disso, vou colocar o vídeo do cantor Sérgio Ricardo, que foi tão vaiado - era visto como alienado (enganado, alheio ao momento político) - que não conseguiu terminar a sua música. Os festivais musicais passaram a ser um espaço de disputa política!
letra: http://www.vagalume.com.br/sergio-ricardo/beto-bom-de-bola.html
O próximo vídeo diz respeito ao Rei da Jovem Guarda, Roberto Carlos, cantando a música Maria, Carnaval e Cinzas.
letra: http://www.vagalume.com.br/roberto-carlos/maria-carnaval-e-cinzas.html
Vou colocar agora um vídeo do próprio Roberto, cantando Quero Que Tudo Vá Pro Inferno, pra ficar claro o que viria a ser a jovem guarda. Prestem atenção nas guitarras e na letra, onde o autor diz que só quer um amor, e que tudo o mais (a situação política, social, etc.) vá pro inferno.
1º Lugar: Ponteio (Edu Lobo e Capinam) - Intérpretes: Edu Lobo, Marília Medalha e Quarteto Novo 2º Lugar: Domingo no Parque (Gilberto Gil) - Intérpretes: Gilberto Gil e Os Mutantes 3º Lugar: Roda Viva (Chico Buarque) - Intérpretes: Chico Buarque e MPB-4 4º Lugar: Alegria, Alegria (Caetano Veloso) - Intérpretes: Caetano Veloso e Beat Boys 5° Lugar: Maria, Carnaval e Cinzas (Luiz Carlos Paraná) - Intérpretes: Roberto Carlos
Como falei na última aula, a cultura vem, nos últimos anos, adquirindo um crescente grau de importância na História do Brasil, onde se insere a Ditadura Civil-Militar entre 1964 e 1985. A música é, com certeza, um grande exemplo disso. Os estilos musicais que eu escolhi para falar na aula (e não são os únicos) foram o iê-iê-iê, representado pela Jovem Guarda, de Roberto Carlos, dentre outros, as Canções de Protesto, cujo representante mais celebrado atualmente é Chico Buarque, e a Tropicália, movimento artístico-musical de vanguarda, pensado por Gilberto Gil e Caetano Veloso.
O III Festival de Música Popular Brasileira, da Rede Record, acontecido em 1967, acabou se mostrando um exemplo desse quadro, onde pode-se ver representantes dessas três tendências. Mas antes disso, vou colocar o vídeo do cantor Sérgio Ricardo, que foi tão vaiado - era visto como alienado (enganado, alheio ao momento político) - que não conseguiu terminar a sua música. Os festivais musicais passaram a ser um espaço de disputa política!
letra: http://www.vagalume.com.br/sergio-ricardo/beto-bom-de-bola.html
O próximo vídeo diz respeito ao Rei da Jovem Guarda, Roberto Carlos, cantando a música Maria, Carnaval e Cinzas.
letra: http://www.vagalume.com.br/roberto-carlos/maria-carnaval-e-cinzas.html
Vou colocar agora um vídeo do próprio Roberto, cantando Quero Que Tudo Vá Pro Inferno, pra ficar claro o que viria a ser a jovem guarda. Prestem atenção nas guitarras e na letra, onde o autor diz que só quer um amor, e que tudo o mais (a situação política, social, etc.) vá pro inferno.
Agora vou colocar um exemplo clássico de uma canção de protesto. No mesmo festival de 1967, Francisco Buarque de Holanda cantou a música "Roda Viva". Prestem atenção na letra e em como a Roda Viva (Que pode-se dizer que é a própria ditadura) sempre vem para cortar com os seus planos e sonhos.
Agora será a vez de falar do tropicalismo, da Tropicália. Caetano Veloso e Gilberto Gil pensavam que a música deveria englobar aquilo que de mais novo estava acontecendo no mundo da música (guitarras elétricas, teclados sintetizados) e as raízes da música brasileira. O primeiro vídeo é da música "Alegria, Alegria", de Caetano Veloso e a segunda é da música "Domingo no Parque", de Gilberto Gil com a participação dos Mutantes (futuros integrantes da Tropicália), tudo isso no mesmo festival de 67. Tudo isso era um prenúncio para o disco-manifesto Tropicália, a ser lançado no ano seguinte, com músicas de Caetano, Gil, Tom Zé, Mutantes e etc. Prestem atenção nas letras, que tem conotação crítica, não diretamente da ditadura, mas do mundo!
Viram o Gil defendendo a mistura de elementos variados, como a sua música (que tem uma pegada bem brasileira) e as guitarras dos Mutantes? Exemplo do que viria a ser a Tropicália. E a piada de Roberto Carlos só faz sentido quando vocês ouvirem a grande campeã do festival em destaque, a canção Ponteio, de Edu Lobo e Capinam. A letra tem uma forte conotação política e uma melodia muito bonita. Respondeu bem ao desejo do público e foi eleita pelo Juri (que tinha a presença de Sérgio Cabral, grande jornalista, escritor e biógrafo, e do Chico Anísio, que pode ser visto em um dos vídeos) como a primeira colocada. O refrão da música diz "quem me dera agora, eu tivesse a viola pra cantar", entenderam agora a piada? é, meio sem graça mesmo...Vejam o vídeo de Ponteio a seguir.
Classificação Final do 3º Festival de Música Popular Brasileira, em 1967
Um abraço a todos e estudem pra prova!
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